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Mercado da carne de cordeiro está crescendo em Jundiaí

terça-feira, 2 de abril de 2013


Aos poucos, cortes como paleta ou carré de cordeiro vão se tornando mais comuns nos açougues e supermercados. O mercado de carne de cordeiro não conhece o que é crise.

Em um açougue na cidade de Jundiaí, a 60 quilômetros da capital paulista, foram abatidos o ano passado uma média mensal de 150 cordeiros.

O número dobrou nos três primeiros meses deste ano. “A carne se torna mais macia pela idade desses animais e a vida que levam. São genéticas selecionadas, onde você já tem medida a maciez, complexo de gordura, um bom acabamento. Com precocidade, a carne chega ao frigorífico com bastante qualidade”, explica Ricardo Yroshi, consultor comercial.

Além do aumento nas vendas, nos últimos anos, o produtor tem lucrado também com o aproveitamento do rebanho. Até 2010, por exemplo, o rendimento de carcaça, que é quanto o animal produz de carne, não chegava a 45%. Hoje, graças à melhora genética do rebanho, a média é superior a 50%. Em alguns casos, tem produtor que consegue um rendimento de carcaça de quase 60%.

O melhor rendimento da carcaça significa também maior preço pago pelo quilo da carne. Paulo Giassetti, criador de ovinos e dono do frigorífico, explica que paga R$ 12,70 pelo quilo de carcaça limpa dos animais que apresentarem 44% ou mais de rendimento. Se o volume passar de 50%, o produtor recebe uma bonificação. “Animal mais bem produzido é remunerado em R$ 13,27 e isso aí, quando você compara com a arroba do bovino, a atividade se torna bem atrativa para aqueles produtores bem qualificados e com os custos na ponta do lápis”, diz.

O setor ainda tem muito para crescer. O Brasil não produz toda a carne de cordeiro que é consumida no país, cerca de 800 toneladas por ano. Cerca de 10%, ainda vem de países como Uruguai, um dos principais produtores da América do Sul.

Fonte: G1



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Esta notícia foi publicada em terça-feira, 2 de abril de 2013 a 13:58 na categoria Notícias Jundiaí.



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